Fiquei antes de tudo triste. O filme a mostra sempre angustiada; a vida como um tormento constante. A história é contada confusamente, misturam-se os anos, a juventude e a velhice.
É um retrato lamentável do fim da vida. Talvez da vida mesmo, que é suscetível a todo tipo de desgraças. Sua música, em que se sobressai sua voz característica, me pareceu, no mínimo, digna de ser ouvida, apesar de inebriantemente homogênea.
Destaque: a cena de morte do seu amado Marcel - o puro descontrole que a acomete, o desmaio no palco enquanto já consagrada cantora, a descoberta e interpretação de "non, je ne regrette rien", a entrevista com a jornalista na praia em que seu conselho para as mulheres é simples e forte: ‘aimer’, e sua morte permeada por um flashback de sua vida.
Interessante pensar onde se pode chegar apesar das condições adversas. Édith se tornou uma personalidade francesa representativa e iniciou cantando nas ruas para comer. Viu sua filha morrer pela escassez.
Fica a letra de ‘Non, je ne regrette rien’. Não sei se chegarei ao fim da vida honestamente não arrependida de nada. Já me arrependo de coisas a essa idade, mas também penso que isso não me serve de nada. Parece ser uma boa forma de lidar com o fim:
Non... rien de rien...
Non... je ne regrette rien
Ni le bien qu'on ma fait,
Ni le mal - tout ça m'est bien égal!
Non... rien de rien...
Non... je ne regrette rien
C'est payé, balayé, oublié,
Je me fous du passé!
Avec mes souvenirs
J'ai allumé le feu,
Mes chagrins, mes plaisirs,
Je n'ai plus besoin d'eux!
Balayé les amours
Avec leurs trémolos
Balayés pour toujours
Je repars à zéro...
Non... rien de rien...
Non... je ne regrette rien
Ni le bien qu'on ma fait,
Ni le mal - tout ça m'est bien égal!
Non... rien de rien...
Non... je ne regrette rien
Car ma vie, car mes joies,
Aujourd'hui, ça commence avec toi!
É um retrato lamentável do fim da vida. Talvez da vida mesmo, que é suscetível a todo tipo de desgraças. Sua música, em que se sobressai sua voz característica, me pareceu, no mínimo, digna de ser ouvida, apesar de inebriantemente homogênea.
Destaque: a cena de morte do seu amado Marcel - o puro descontrole que a acomete, o desmaio no palco enquanto já consagrada cantora, a descoberta e interpretação de "non, je ne regrette rien", a entrevista com a jornalista na praia em que seu conselho para as mulheres é simples e forte: ‘aimer’, e sua morte permeada por um flashback de sua vida.
Interessante pensar onde se pode chegar apesar das condições adversas. Édith se tornou uma personalidade francesa representativa e iniciou cantando nas ruas para comer. Viu sua filha morrer pela escassez.
Fica a letra de ‘Non, je ne regrette rien’. Não sei se chegarei ao fim da vida honestamente não arrependida de nada. Já me arrependo de coisas a essa idade, mas também penso que isso não me serve de nada. Parece ser uma boa forma de lidar com o fim:
Non... rien de rien...
Non... je ne regrette rien
Ni le bien qu'on ma fait,
Ni le mal - tout ça m'est bien égal!
Non... rien de rien...
Non... je ne regrette rien
C'est payé, balayé, oublié,
Je me fous du passé!
Avec mes souvenirs
J'ai allumé le feu,
Mes chagrins, mes plaisirs,
Je n'ai plus besoin d'eux!
Balayé les amours
Avec leurs trémolos
Balayés pour toujours
Je repars à zéro...
Non... rien de rien...
Non... je ne regrette rien
Ni le bien qu'on ma fait,
Ni le mal - tout ça m'est bien égal!
Non... rien de rien...
Non... je ne regrette rien
Car ma vie, car mes joies,
Aujourd'hui, ça commence avec toi!

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