O roteiro, a atuação, o modo de filmagem, a trilha sonora, tudo muito singelo. É uma quebra com a previsibilidade das produções com atores globais, em que o mundo urbano, fútil, consumista, está sempre tão forte. A linguagem é bem mais simples, dessa vez se destaca o modo de viver interiorano, de classe média, de menos acesso a bens culturais.
A única cena que achei modestamente engraçada e cativante foi a que a terceira idade do filme, no caso o personagem de Paulo José com o de Tonico Pereira comparam os aparelhos de som de seus carros, com destaque para o momento em que os dois param atentamente para ouvir uma velha música. É tocante, é simples.
Gostei, em especial, da atuação do Wagner Moura. Encarou bem a aura da simplicidade e da tranqüilidade. As complicações a respeito da falta de informação quando da produção do vídeo me levaram a pensar em qual época o filme se passa em que não há um computador disponível. Na verdade, a ignorância é geral. São pessoas comuns, de ocupação manual. Há alusões à educação de qualidade duvidosa das faculdades pequenas (Mariana fez faculdade de administração, e Fabrício de turismo, e são zoados por isso). É interessante ver os personagens fazendo seus papéis simplórios para o vídeo: atores consagrados se comportando como atores ruins.
Fica evidente à crítica a politicagem, no caso do prefeito que só vem para fazer propaganda política e pouco se envolve com os problemas comunitários. O vídeo feito dentro do filme trata a questão ambiental muito ralamente, apelando pro ‘proteja a natureza’ em uma cena que mistura a beleza da natureza com a da Camila Pitanga, em uma fusão confusa e meio non-sense.
O enredo trata, grosso modo, de pessoas mal-preparadas e criativas, que realizam um filme no mínimo ruim e com uma história fraca, como não poderia deixar de ser, mas que por terem conseguido, consegue finalizar razoavelmente, aceitavelmente, tal como este texto...
A única cena que achei modestamente engraçada e cativante foi a que a terceira idade do filme, no caso o personagem de Paulo José com o de Tonico Pereira comparam os aparelhos de som de seus carros, com destaque para o momento em que os dois param atentamente para ouvir uma velha música. É tocante, é simples.
Gostei, em especial, da atuação do Wagner Moura. Encarou bem a aura da simplicidade e da tranqüilidade. As complicações a respeito da falta de informação quando da produção do vídeo me levaram a pensar em qual época o filme se passa em que não há um computador disponível. Na verdade, a ignorância é geral. São pessoas comuns, de ocupação manual. Há alusões à educação de qualidade duvidosa das faculdades pequenas (Mariana fez faculdade de administração, e Fabrício de turismo, e são zoados por isso). É interessante ver os personagens fazendo seus papéis simplórios para o vídeo: atores consagrados se comportando como atores ruins.
Fica evidente à crítica a politicagem, no caso do prefeito que só vem para fazer propaganda política e pouco se envolve com os problemas comunitários. O vídeo feito dentro do filme trata a questão ambiental muito ralamente, apelando pro ‘proteja a natureza’ em uma cena que mistura a beleza da natureza com a da Camila Pitanga, em uma fusão confusa e meio non-sense.
O enredo trata, grosso modo, de pessoas mal-preparadas e criativas, que realizam um filme no mínimo ruim e com uma história fraca, como não poderia deixar de ser, mas que por terem conseguido, consegue finalizar razoavelmente, aceitavelmente, tal como este texto...

Um comentário:
preciso voltar a escrever. essa tentativa de reatar foi muito dolorosa.
descobri como baixar filmes direito. vou voltar com esse blog. e com a proposta.
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